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O Instituto Abrace

O Instituto Abrace surgiu em 2006 e desde então tem sido um elo entre mães.
Um abraço virtual em forma de informações compartilhadas, da troca de experiências. De lá para cá, diversos braços nos ajudaram a ampliar esse abraço e o foco continua o mesmo: a informação, a acolhida, a orientação, o saber compartilhado. Seja bem-vindo ao nosso site, nossa casa virtual. Compartilhe suas vivências conosco.

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Cartilha das Mães de UTI

Escrita a muitas mãos, a Cartilha das Mães de UTI foi publicado em 2008 e até hoje segue como um documento relevante, que já chegou a países como Canadá e Haiti. Por aqui você encontra dicas desde a chegada à UTI até o momento da alta, além de informações sobre equipamentos e outras orientações. Baixe e compartilhe.

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Mãe de UTI: amor incondicional

A história de Maria Julia Miele e sua filha Sofia é mais do que uma inspiração, é um aprendizado repleto de amor que transbordou e trouxe frutos. A narrativa que emocionou tantas pessoas em todo o país nos trouxe a madrinha, Ana Maria Braga, e uniu as três mães de Sofia, que até hoje são as gestoras da ONG, e mostrou a milhares de mães um novo olhar sobre a maternidade numa UTI ou home care, o amor incondicional, irrestrito, mas também a importância do cuidar de quem cuida. Como parte dos esforços para compartilhar informações, o Instituto Abrace disponibiliza o livro gratuitamente para download, na expectativa de que esse amor e esse olhar continuem inspirando famílias e profissionais de saúde.

Delicadezas na UTI

Ao longo de dez anos ouvindo e compartilhando histórias, o Instituto Abrace aprendeu a olhar para cada mãe e dividiu com profissionais de saúde dicas que podem tornar esse espaço mais humano. Ao longo do tempo, algumas delicadezas foram adotadas em diversas UTIs e as mudanças tiveram grande impacto. Confira e conte para a gente, quais delas já são norma na UTI do seu hospital?

01

Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco e torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).

02

Servir lanches e refeições para as mães.

03

Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)

04

Permitir o livre acesso dos pais 24h.

05

Ter uma cadeira ao lado do berço.

06

Ter pelo menos um psicólogo.

07

Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe e fornecendo informações em linguagem clara e de forma tranqüila sobre o estado da criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.

08

Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, etc.

09

Na hora de entrar na UTI (especialmente UTI Neonatal), não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Pedro de Oliveira.

10

Permitir e ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou (se possível) trocar uma fralda e prepará-los para cuidar dos filhos após a alta.

11

Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais mais tranqüilamente e com privacidade. .

12

Orientar ou encaminhar os pais com dúvidas jurídicas (problemas com convênio, home care, pedidos de remédio de alto custo) a uma assistência especializada.

13

Preparar a equipe para lidar com a "família de UTI", valorizando o bom relacionamento entre médicos, enfermeiros e a família do paciente.

14

Permitir o acesso dos pais a todas as informações sobre o estado da criança e as condutas adotadas, de maneira clara e precisa.

15

Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

Notícias

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Dia das Mães

Mai 12, 2019 News

Ser mãe é o processo capaz de transformar, dentro do próprio corpo, o amor em um pequenino ser. E ao longo desse percurso, o coração materno voa envolto em nuvens carregadas de futuro. Enquanto uma mulher se transforma em mãe, ela cria sonhos, faz planos e espera em oração pelo encontro do filho. O parto é quando o tempo para; para que o olhar materno encontre toda a paz de que precisa dentro dos olhos do recém-nascido. E é nesse caminho, que se formam planos, iluminam sonhos e acendem esperanças, até o momento de se ter entre os braços o calor de um bebê repousando. Nessa jornada, a informação é benção e companheira.

É a informação que pode fazer a mulher compreender quais são os sinais que indicam o momento de buscar ajuda. É a informação que ela leva ao médico pode facilitar um diagnóstico e um tratamento rápido. E é também a informação que o profissional de saúde obteve por meio de congressos, treinamentos ou artigos científicos que possibilita a decisão pelo melhor tratamento, o acesso ao que há de mais atual para cada caso. A informação quando está ao nosso lado, pode ser anjo e esperança!

E de onde ela vem? Ela vem de uma imensidão de pessoas que se dedicam a estudar, pesquisar e nunca desistem de buscar o melhor, o mais novo, o mais eficaz para cuidar e tratar. São pessoas que somadas, transformam vidas, trazem vida e melhoram a vida de tanta gente, tanta gente que nem conhecem... São pesquisadores, alunos e professores que se perguntam quase diariamente: “como podemos fazer melhor?” Sem eles, sem educação, uma luz se apaga. E por isso, hoje no dia das mães, nós mães mandamos um muito obrigada gigante a essas pessoas!

Enviamos também as nossas preces para que não desistam, para que continuem nos ajudando nesse processo lindo de amor ao maior bem, que é a vida!

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